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Meu perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, MOOCA, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Música, Livros, wicca MSN - thsfox@hotmail.com |
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Não sei bem ao certo quem eu sou e o que eu quero, a minha vida é tão negra e tão solitária, tão exitante e tão monotona;
Meus pensamentos são felizes e tão mentirosos, são tão contrários a minha vida infeliz e sem luz.
Eu sou qualquer, sou aquele que vive nos seus sonhos, aquele que busca o amor, mas que vive nas sombras, sou aquele quase humano que sofre com ilusões angelicais, sou aquele que seduz, que atrai e que corre do seu prazer, busco a luz, espero que me tragam o que procuro.
Vivo em luto pela minha vida tão morta e dopada quanto a própria sensação pós-morte, meus sonhos se ezvaem junto à fumaça do meu ultimo cigarro, meu ultimo sopro vital.
Sinto a morte ofegante de prazer nos meus calcanhares, suas mãos frias me acariciando a face gélida, levando o que resta da minha vida, me tratando com amor e me levando junto ao peito.
Banhado em sangue, sentindo o amargo sentido da vida, meu corpo trêmulo dança freneticamente no ritmo sombrio da sinfônia cemiterial.
Meu corpo nú aberto aos prazeres alheios, estou aqui te esperando, e quem se importa? estou aqui te querendo, e você se importa? estou pronto para ser seu! mais sou só mais um e ninguem se importa, apenas ele que vem da escuridão e me arranca a vida num misto de dor e prazer, e ninguem se importa!

...sabado, 22 de janeiro de 2005
essa edição do angst projekt nfoi mto loka, tambem pudera né olha só o que rolou por lá:
- Discotecagens com os DJ's do projeto:
Ricardo Wolff / Satan / Paulo Keller / Prometheus / Ramms / Kurt
- DJ's convidados:
Maurício Mangia (Thorns) / Fábio (Gótico SP)
rolou tb o show da banda Opera Nightmare(cover do tristania) e da banda mother earth(cover do within temptation), noss foi mto legal.
o evento tbm contou com varios sorteios entre eles sorteio de vips para o show do tristania (eu vou, hihihihi)
tbm teve esposiçao de moda alternativa, por falar nisso to precisando ir na Vampiria (www.vampiria.com.br)...
tava mto quente lá dentro, mais correu tudo bem, tirando o fato d um certo alguem inventar d querer fumar e fikar malz a noite inteira, tirando isso foi mto bom, noss eu inda naum acredito eu perdi o mother earth tocando our fareweel, noss eu adoro essa musica, mais em compensação tava lá na frente qnd o opera nightmare tocou my lost lenore...
...cheguei em casa meio morto, tava mto cansado, mais tah valendo durmi até as 2 da tarde, e ainda comi yakissoba(noss nome estranhu)...
nessa foto ai em cima eu tava inda aki em casa, tudo bem eu sei q é estranhu eu postar uma foto minha mais sei lá, rs...
pra terminar queria mandar um super abraço pro pessoal q tava lá com a gente...
tipo tah ai embaixo a traduçao da our fareweel, vale a pena conferir...
to loko pra chegar sabado, eu quero ver o the cruelty...
our fareweel - Nosso Adeus
Nas minhas mãos
Uma herança de memórias
Eu posso ouvir você dizer meu nome
Eu quase posso ver o seu sorriso
Sentir o calor de seu abraço
Mas não há nada além do silêncio agora
Em volta dos que eu amei
É esse nosso adeus?
Querido você se preocupa demais, minha criança
Vejo tristeza em seus olhos
Você não está sozinho na vida
Embora você talvez pense q está
Nunca pensei
Que esse dia viria logo
Nós não tivemos tempo de dizer adeus
Como pode o mundo seguir em frente?
Me sinto tão perdida qndo você não está ao meu lado
Mas não há nada além do silêncio agora
Em volta dos que eu amei
É esse nosso adeus?
Querido você se preocupa de mais, minha criança
Vejo tristeza em seus olhos
Você não está sozinho na vida
Embora você talvez pense q está
Me desculpe por seu mundo estar caindo
Eu cuidarei d você nessas noites
Descanse sua cabeça e vá dormir
Porque minha criança, esse não é nosso adeus
Esse não é nosso adeus.

A Condessa Elizabeth Bathory (ou Erzsebet Báthory, do original), foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já teve. Os relatos sobre ela, ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam através dos tempos como "A Condessa de Sangue".

Nascida em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas da Hungria, Elizabeth cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de batalhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância, ficou sujeita a doenças repentinas acompanhadas por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação, inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de suas faculdades mentais.

Aos 14 anos engravidou de um camponês e como estava noiva de Conde Ferenc Nadasdy, fugiu para não complicar o casamento futuro. Casamento esse, que se deu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército e como tal ganhou fama de cruel dentre os turcos. Nos raros momentos em que não se encontrava em campanha de batalha ensinava a Elizabeth algumas torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência por ação de sua amada esposa.
Elizabeth tornou-se uma das mais lindas aristocratas quando adulta. Quem em sua presença se encontrava, não podia imaginar que por trás daquela bela e atraente mulher, havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era uma coisa comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava desculpas para infligir punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Enfiava agulhas embaixo das unhas e chegou num acesso de raiva a abrir a boca de uma criada até que os cantos da boca dela se rasgassem. Ganhou a fama de ser "vampira" por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los, e ela, numa ira incontrolável a espancou até a morte. Ao espirrar o sangue em sua mão ela se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.
Acompanhando a Condessa nestas ações macabras estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a Condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.
Nos primeiros dez anos Elisabeth e Ferenc não tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma rapariga que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes deu à luz Ursula e Katherina e em 1598 nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que ela escreveu a parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.
Uma das coisas que Elizabeth fazia para se divertir durante a ausência do conde era visitar a sua tia Klara Bathory, bissexual assumida e muita rica e poderosa, tinha sempre muitas raparigas disponíveis para ambas "brincarem".

Em 1604 seu marido morreu e ela se mudou para Viena. Desse ponto em diante, conta a história que seus atos tornaram-se cada vez mais pavorosos e depravados. Arranjou uma parceira para suas atividades, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (suposta amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. No inverno a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. Na versão da tortura para o verão, deixava a vítima amarrada banhada de mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis e chegou a botar fogo nos pêlos pubianos de algumas delas. Em seu porão mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.
Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609 e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades. Com sua fama, mas nenhuma criada queria lhe servir e ela então não mais limitou seus ataques a suas servas, chegando a matar uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.

As investigações sobre os assassinatos da Condessa, começaram em 1610. Foi uma excelente oportunidade para a Coroa que queria confiscar já a algum tempo suas terras por motivos de dívida de seu finado marido. Assim em dezembro de 1610 foi presa e julgada alguns dias depois. Em janeiro do ano seguinte foi apresentada como prova, anotações escritas por Elizabeth onde contava com aproximadamente 650 nomes de vítimas mortas pela acusada. Seus cúmplices então foram condenados à morte e a Condessa de Bathory à prisão perpétua. Foi presa em um aposento em seu próprio castelo, onde não havia portas nem janelas, só uma pequena abertura para passagem de ar e comida.
Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Báthory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "Infame Senhora" sepultada na cidade.
Até hoje o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.
Ankh
"...o plano dos grandes edifícios religiosos da Idade Média, pela junção de uma abside semicircular ou elíptica ligada ao coro, adota a forma do signo hierático egípcio da cruz de argola, que se lê ank e designa a Vida Universal oculta nas coisas... Por outro lado, o equivalente hermético do signo ank é o emblema de Vênus ou Cypris (a impura)..."
(O Mistério das Catedrais - Fulcanelli)
O que é Ankh ?
O Ankh é um símbolo que significa, entre outros, a imortalidade. É encontrado nas gravuras e hieróglifos a partir da 5ª Dinastia egípcia, principalmente nos Templos de Luxor, Medinet Habu, Hatshepsut, Karnak e Edfu. Além de obeliscos, túmulos e murais.
No túmulo de Amenhotep II vemos o Ankh sendo entregue ao faraó por Osíris, concedendo a ele o dom da imortalidade, ou o controle sobre os ciclos vitais da natureza, ou seja, o início e fim da vida. Em algumas situações, é visto próximo a boca das figuras dos deuses, neste caso significa um Sopro de Vida. Na tumba de Tutankhamon, foi encontrado um porta-espelho na forma de Ankh, já que a palavra egípcia para espelho também é Ankh. Sua presença também é marcante em objetos cotidianos, como colheres, espelhos e cetros utilizados pelo povo do Egito.
No Ocidente, o Ankh é conhecido como Cruz Egípcia ou Cruz Ansata. Esta segunda denominação tem origem na palavra latina Ansa, que significa Asa. Além destas, o encontramos como Chave do Nilo (ou da vida), Cruz da Vida ou simplesmente Cruz Ankh. Porém, a maioria dos conceitos ocidentais não são corretos, pois os egípcios da antigüidade desconheciam a fechadura, portanto não seria possível associá-lo a uma chave.
Anatomia
A forma do Ankh assemelha-se á uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.
A alça oval que compõe o Ankh, sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito reencarnatório, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.
Cultura & Simbolismo
Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o Ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o Ankh (por sua semelhança a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.
No final do século XIX, o Ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam; além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippie do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O Ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos Vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente, o ciclo vital da natureza.
O Ankh se popularizou no Brasil no inicio dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa. O selo desta sociedade possuía um Ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os Degraus da Iniciação, ou a chave que abre todas as portas. Uma outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir.
Portanto, o Ankh não sofreu uma variação expressiva em seu significado e emprego primitivo. Mas atualmente, lhe é atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem sua origem e significados reais; associando este símbolo, erroneamente, a grupos e seitas satânicas. Deduz-se então, que a utilização do Ankh pelos góticos se deve a relação dos mesmos com a melancolia, a depressão e a morte. Como se ao usá-lo, o indivíduo estivesse "preparado" para a morte ou "com a chave" da mesma.
''a cruz ansata é a sandalia do peregrino que andou para além da vida, e além da morte.''
Frater Piarus
sei que você está em algum lugar
sei que você está em algum lugar
olhando para a lua solitária
buscando nas ruas vazias a razao de tudo
vestido d negro nesse solitário vagar
o vento beija sua face pálida
o luar acaricia sua solidão
e abraça seus medos
sei que você está em algum lugar
sei que você está em algum lugar
procurando nos olhares alheios
a sua paz eterna
desejando em cada corpo
sua felicidade temporaria
envolto em desejos e pensamentos
agarra-se em sua tristeza
sei que um dia você irá encontrar
a razao nas ruas desertas
a paz nos olhares alheios
a felicidade nos corpos
e a escuridão dos seus pensamentos
espero e procuro seu olhar na noite
desejo e aguardo seu corpo
sei que um dia irei te encontrar
Cradle Of Filth
atualizado em 13/08/2004
O Cradle Of Filth é, desde 1991, considerado o responsável pela volta da popularidade do black/death metal no mundo. Criado na Inglaterra, o grupo era formado inicialmente por Dani Filth (vocal), Paul Ryan (guitarra), Ben Ryan (irmão de Paul e tecladista), Darren (bateria) e John Richard (baixista). Com um ano de estrada, gravaram a primeira demo, "Invoking the Inclean", seguida pela "Orgiastic Plesure". Algumas mudanças trouxeram uma nova formação: Robin (baixo), Paul Allender (guitarra) e Nickolas Baker (bateria), além de Dani, Paul e Bem Ryan.
As demos começaram a circular pelas gravadoras e, em 1993, eles conseguiram um contrato com a Cacophonus Records. Além da música em si, a gravadora se interessou pelas letras sobre vampirismo e a lenda de Elizabeth Bathory, além das pinturas e roupas que usavam. No ano seguinte, chegou às lojas o álbum de estréia, "The Principle of Evil Made Flesh", que trazia, ainda, nomes artísticos para os integrantes, como o de Dani, que era Dark Immortall Scream.
Em pouco tempo, os irmãos Paul e Ben saíram para formar a banda Blood Divine e entraram Dtuart Anstis e Damien Gregori, respectivamente. Gyan Pyres também entrou na banda no lugar de Paul Allender. Durante a produção do álbum seguinte, perceberam que era hora de trocar de gravadora. "Dusk... And Her Embrance" saiu pela Music For Nations e contou com produção de Kit Woolven. O tema vampirismo ganhou mais espaço entre as composições de Dani, já que ele estudou sobre escritores e filósofos durante a adolescência, como Nietzsche e Marquês de Sade.
Para divulgar o segundo disco, o grupo fez uma turnê mundial e percebeu o crescimento do número de fãs. Depois da saída de Damien e a entrada de Lecter Smith, a banda voltou ao estúdio. "Cruelty and the Beasty" saiu em 1998 com produção de Jan Peter Genkel. A referência a Nietzsche nas músicas de Dani estava mais florescida e ajudou a tornar este disco o mais importante da carreira até aquele momento.
No mesmo ano, o grupo esteve presente em dois importantes projetos. No tributo ao Slayer, "Slatanic Slaughter II", em que cantaram "Hell Awaits" e a "Malice Through The Looking Glass", na coletânea "Gods of Darkness". O Cradle of Filth chamava cada vez mais a atenção, não só de fãs, mas de religiosos que queriam protestar contra o grupo. A longa turnê que fizeram logo depois do lançamento do disco foi o alvo dos protestantes, em especial nos Estados Unidos. Após a turnê, mais algumas mudanças, as saídas de Nickolas, Lecter e Stuart e a volta de Allender e Pyres. Mesmo assim, o grupo estava sem tecladista.
Em 1999, o Cradle of Filth lançou um vídeo com a música "From the Cradle to Enslave", com duas versões, uma censurada e outra não. No ano seguinte, chegou mais um disco, "Midian", com Martin no teclado, que é considerado o de melhor qualidade da carreira.
Novos projetos surgiram e Dani, naquele mesmo ano estrelou no filme "Cradle of Fear", que teve mesma produção do vídeo do grupo. Um ano depois, o grupo se apresentou em Nottingham, na Inglaterra, com transmissão ao vivo pela Internet. Este show foi lançado mais tarde em DVD. Logo depois, Robin deixou o grupo e deu lugar a Dave Pybus.
Com a nova formação, a banda se apresentou no Ozzfest-UK, ao lado de Ozzy Osbourne, Slayer e System of a Down. Sem Gyan Pyres, que saiu alegando problemas pessoais, Cradle of Filth lançou o quinto disco, "Damnation and a Day", com participação da Orquestra de Budapeste, em 2003, pela nova gravadora: a Sony. O grupo saiu em turnê pela América do Norte e Europa. Para completar o ano, Dani foi um dos dubladores do desenho animado "Dominator".
As novidades para 2004 são: o contrato com a gravadora Roadrunner e a previsão de mais um álbum.

é horrivel ver como as pessoas t olham, akele ar d superioriadade, d arrogancia
é horrivel sentir as lagrimas brotarem tao facilmente
é horrivel sentilas deslizar em meu rosto
é horrivel saber q ninguem ira enchuga-las
é horrivel c sentir sozinho
é horrivel ser sozinho
é horrivel olhar uma faca impulsivamente
é horrivel o ar q reluta em ser respirado
é horrivel ser incompreendido
é horrivel ter q c esconder
é horrivel naum ter com quem desabafar
é horrivel ver as horas passarem
é horrivel essa sensaçao d vazio
é horrivel essa dor sem fim
é horrivel perceber minha nula importancia no mundo
é horrivel ser visto como um qlq
é horrivel me sentir sem vida
é horrivel c sentir morto para os outros
é horrivel ter q esconder minhas emoçoes
é horrivel naum ter com quem partilha-las
é horrivel viver assim
é horrivel morrer aos poucos
é horrivel sentir-se sozinho
é horrivel respirar desse ar d mediocridade
as vezes me sinto tao sozinho, me sinto ateh culpado por ser sozinho, pq serah q ninguem gosta d mim? pq serah q ninguem me entende? pq serah q minhas lagrimas sao inda um misterio para mts? pq serah q eles naum me veem? pq serah q naum me aceitam? serah q é errado tentar ser feliz? cansei d sofrer, cansei d viver assim...
...td q eu faço, penso, e desejo parece tao errado aos olhos deles, pq? keria saber o q tem d errado nisso...
...tds dizem coisas tao belas sobre o amor, sera q ele existe? sera q é possivel amar alguem? serah q é possivel ser amado? com tantos dogmas, leis e padroes o amor chega a ser qse impossivel...
keria saber o q eles veem d errado em chorar, em naum ter amigos, em nao ser feliz, alias o q é precisso para q alguem seja realmente feliz? um bom casamento? familia? emprego? deus? isso tudo naum faz ninguem feliz, naum msm...
...pq axam q td é assim? keria enxergar o q eles tanto veem, keria ver amor num casamento, keria ver prosperidade num emprego, keria ver amizade em uma familia e mais ainda queria ver a tranquilidade q eles veem em deus...
...pq eles proibem e criticam td e tanto? o homosexualismo por exemplo: c vc é um garoto e sente atraçao por outros garotos, tah e dai !!! é normal; c vc é garota e sente atraçao por outras garotas, tah e dai é normal !!! é normal como um garoto sentir atraçao por uma garota e vice-e versa, o q ha q errado em escolher seu parceiro sexual independente do sexo? sera q o amor é tao preconceituosso assim a ponto d naum permitir sua existencia entre homosexuais? sera q o amor, a relaçao, o casamento e a felicidade sao estabelecidas funçao do sexo, e do sexo dos seus envolvidos?
...abra seus olhos veja ateh onde vc naum tah sendo manipulado, preste atençao, ateh onde a sociedade interfere nos seus gostos e desejos!
...diga nao aos dogmas, principalmente os dogmas sexuais e os religiosos, faça suas proprias vontades, monte seus proprios padroes e seja feliz do seu modo...
...v6 devem estar pensando q eu estou meio loko, pois é, ficar pensando mto da nisso...
Witch Aine - Raphael - Vinicius - Henrique - Daphne - Camila - Ricardo - Rodrigo - Junior - Cléverton
Lord Byron
Poeta inglês (1788-1824). Sua obra e sua personalidade romântica têm grande repercussão na Europa do início do século XIX. George Gordon Noel Byron nasce em Londres e, em 1798, herda o título nobiliárquico de um tio-avô, tornando-se o sexto Lord Byron. Nascido pobre e manco espantou a sociedade aristocrática londrina com seus sucessivos e ruidosos casos amorosos, inclusive com sua meio-irmã Augusta, viajou por toda a Europa em busca de emoções, envolveu-se amorosamente tanto com homens quanto com mulheres, e morreu aos 36 anos, vítima da tuberculose, agravada por um ferimento em batalha, lutando pela libertação da Grécia, em 1824. Em meio a toda essa agitação existencial, que se tornou o paradigma do homem romântico que busca a liberdade, Byron escreveu uma obra grandiloqüente e passional. Encantou o mundo inicialmente com seus poemas narrativos folhetinescos, em que não faltam elementos autobiográficos, como Childe Harold's Pilgrimage, e depois o assustou com a faceta satírica e satânica que apresenta em poemas como Don Juan.
O cinismo e o pessimismo de sua obra haveriam de criar, juntamente com o mirabolante de sua vida, uma legião de jovens poetas "byronianos" por todo o mundo. Em 1807 publica Horas de Ócio, livro de poemas mal recebido pela crítica. Quando tinha 21 anos ingressou na Câmara dos Lordes e viaja pela Europa e pelo Oriente. No ano seguinte publica o poema A Peregrinação de Childe Harold, sobre as aventuras de um herói e a natureza da península Ibérica, sucesso em vários países europeus. Muda-se para a Suíça em 1816, após o divórcio de Lady Byron, causado pela suspeita de incesto do poeta com a meia-irmã da esposa. Escreve o terceiro canto de A Peregrinação de Childe Harold, O Prisioneiro de Chillon (1816) e Manfred (1817). Transfere-se para Veneza , onde escreve em 1818 Beppo, uma História Veneziana, sátira à sociedade local. Um ano depois começa o inacabado Don Juan. Torna-se membro do comitê londrino para a independência da Grécia, país para onde viaja em 1823 para lutar ao lado dos gregos contra os turcos. Morre quatro meses depois, em Missolonghi.
Trevas
Eu tive um sonho que não era em tudo um sonho
O sol esplêndido extinguira-se, e as estrelas
Vaguejavam escuras pelo espaço eterno,
Sem raios nem roteiro, e a enregelada terra
Girava cega e negrejante no ar sem lua;
Veio e foi-se a manhã - veio e não trouxe o dia;
E os homens esqueceram as paixões, no horror
Dessa desolação; e os corações esfriaram
Numa prece egoísta que implorava luz:
E eles viviam ao redor do fogo; e os tronos,
Os palácios dos reis coroados, as cabanas,
As moradas, enfim, do gênero que fosse,
Em chamas davam luz; cidades consumiam-se
E os homens se juntavam juntos às casas ígneas
Para ainda uma vez olhar o rosto um do outro;
Felizes quanto residiam bem à vista
dos vulcões e de sua tocha montanhosa;
Expectativa apavorada era a do mundo;
queimavam-se as floresta - mas de hora em hora
Tombavam, desfaziam-se - e, estralando, os troncos
Findavam num estrondo - e tudo era negror.
À luz desesperante a fronte dos humanos
Tinha um aspecto não terreno, se espasmódicos
Neles batiam os clarões; alguns, por terra,
Escondiam chorando os olhos,; apoiavam
Outros o queixo às mãos fechadas, e sorriam;
Muitos corriam para cá e para lá,
Alimentando a pira, e a vista levantavam
Com doida inquietação para o trevoso céu
A mortalha de um mundo extinto; e então de novo
Com maldições olhavam a poeira, e uivavam,
Rangendo os dentes; e aves bravas davam gritos
E cheias de terror voejavam junto ao solo,
Batendo asas inúteis; as mais rudes feras
Chegavam mansas e a tremer; rojavam víboras,
E entrelaçavam-se por entre a multidão,
Silvando, mas sem presas - e eram devoradas.
E fartava-se a Guerra que cessara um tempo,
E qualquer refeição comprava-se com sangue;
E cada um sentava-se isolado e torvo,
Empanturrando-se no escuro; o amor findara;
A terra era uma idéia só - e era a de morte
Imediata e inglória; e se cevava o mal
Da fome em todas as entranhas; e morriam
Os homens, insepultos sua carne e ossos;
Os magros pelos magros eram devorados,
Os cães salteavam os seus donos, exceto um,
Que se mantinha fiel a um corpo, e conservava
Em guarda as bestas e aves e os famintos homens,
Até a fome os levar, ou os que caíam mortos
Atraírem seus dentes; ele não comia,
Mas com um gemido comovente e longo, e um grito
Rápido e desolado, e relambendo a mão
Que já não o agradava em paga - ele morreu.
Finou-se a multidão de fome, aos poucos; dois,
Porém, de uma cidade enorme resistiram,
Dois inimigos, que vieram encontrar-se
Junto às brasas agonizantes de um altar
Onde se haviam empilhado coisas santas
Para um uso profano; eles as revolveram
E trêmulos rasparam, com as mão esqueléticas,
As débeis cinzas, e com um débil assoprar
Para viver um nada, ergueram uma chama
Que não passava de um arremedo; então alcançaram
Os olhos quando ela se fez mais viva, e espiaram
O rosto um do outro - ao ver, gritaram e morreram
- Morreram de sua própria e mútua hediondez,
Sem um reconhecer o outro em cuja fronte
Grafara a fome "diabo". O mundo se esvaziara,
O populoso e forte era um informe massa,
Sem estações nem árvore, erva, homem, vida,
Massa informe de morte - um caos de argila dura.
Pararam lagos, rios, oceanos: nada
Mexia em suas profundezas silenciosas;
Sem marujos, no mar as naus apodreciam,
Caindo os mastros aos pedaços; e, ao caírem,
Dormiam nos abismos sem fazer mareta,
Mortas as ondas, e as marés na sepultura,
Que já findara sua lua senhoril.
Os ventos feneceram no ar inerte, e as nuvens
Tiveram fim; a Escuridão não precisava
De seu auxílio - as Trevas eram o Universo.
Estâncias para Música
Alegria não há que o mundo dê, como a que tira.
Quando, do pensamento de antes, a paixão expira
Na triste decadência do sentir;
Não é na jovem face apenas o rubor
Que esmaia rápido, porém do pensamento a flor
Vai-se antes de que a própria juventude possa ir.
Alguns cuja alma bóia no naufrágio da ventura
Aos escolhos da culpa ou mar do excesso são levados;
O ímã da rota foi-se, ou só e em vão aponta a obscura
Praia que nunca atingirão os panos lacerados.
Então, frio mortal da alma, como a noite desce;
Não sente ela a dor de outrem, nem a sua ousa sonhar;
toda a fonte do pranto, o frio a veio enregelar;
Brilham ainda os olhos: é o gelo que aparece.
Dos lábios flua o espírito, e a alegria o peito invada,
Na meia-noite já sem esperança de repouso:
É como na hera em torno de uma torre já arruinada,
Verde por fora, e fresca, mas por baixo cinza anoso.
Pudesse eu me sentir ou ser como em horas passadas,
Ou como outrora sobre cenas idas chorar tanto;
Parecem doces no deserto as fontes, se salgadas:
No ermo da vida assim seria para mim o pranto.
A Inês
Não me sorrias à sombria fronte,
Ai! sorrir eu não posso novamente:
Que o céu afaste o que tu chorarias
E em vão talvez chorasses, tão somente.
E perguntas que dor trago secreta,
A roer minha alegria e juventude?
E em vão procuras conhecer-me a angústia
Que nem tu tornarias menos rude?
Não é o amor, não é nem mesmo o ódio,
Nem de baixa ambição honras perdidas,
Que me fazem opor-me ao meu estado
E evadir-me das coisas mais queridas.
De tudo o que eu encontro, escuto, ou vejo,
É esse tédio que deriva, e quanto!
Não, a Beleza não me dá prazer,
Teus olhos para mim mal têm encanto.
Esta tristeza imóvel e sem fim
É a do judeu errante e fabuloso
Que não verá além da sepultura
E em vida não terá nenhum repouso.
Que exilado - de si pode fugir?
Mesmo nas zonas mais e mais distantes,
Sempre me caça a praga da existência,
O Pensamento, que é um demônio, antes.
Mas os outros parecem transportar-se
De prazer e, o que eu deixo, apreciar;
Possam sempre sonhar com esses arroubos
E como acordo nunca despertar!
Por muitos climas o meu fado é ir-me,
Ir-se com um recordar amaldiçoado;
Meu consolo é saber que ocorra embora
O que ocorrer, o pior já me foi dado.
Qual foi esse pior? Não me perguntes,
Não pesquises por que é que consterno!
Sorri! não sofras risco em desvendar
O coração de um homem: dentro é o Inferno.
Versos Inscritos numa Taça Feita de um Crânio
Não, não te assustes: não fugiu o meu espírito
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.
Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;
Que renuncie e terra aos ossos meus
Enche! Não podes injuriarme; tem o verme
Lábios mais repugnantes do que os teus.
Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,
Para ajudar os outros brilhe agora e;
Substituto haverá mais nobre que o vinho
Se o nosso cérebro já se perdeu?
Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus
Já tiverdes partido, uma outra gente
Possa te redimir da terra que abraçar-te,
E festeje com o morto e a própria rima tente.
E por que não? Se as fontes geram tal tristeza
Através da existência-curto dia-,
Redimidas dos vermes e da argila
Ao menos possam ter alguma serventia.
Sol dos Insones
Sol dos insones! Ó astro de melancolia!
Arde teu raio em pranto, longe a tremular,
E expões a treva que não podes dissipar:
Que semelhante és à lembrança da alegria!
Assim raia o passado, a luz de tanto dia,
Que brilha sem com raios fracos aquecer;
Noturna, uma tristeza vela para ver,
Distinta mas distante-clara-mas que fria!
O Oceano
Rola, Oceano profundo e azul sombrio, rola!
Caminham dez mil frotas sobre ti, em vão;
de ruínas o homem marca a terra, mas se evola
na praia o seu domínio. Na úmida extensão
só tu causas naufrágios; não, da destruição
feita pelo homem sombra alguma se mantém,
exceto se, gota de chuva, ele também
se afunda a borbulhar com seu gemido,
sem féretro, sem túmulo, desconhecido.
Do passo há traços em teus caminhos,
nem são presa teus campos. Ergues-te e o sacodes
de ti; desprezas os poderes tão mesquinhos
que usa para assolar a terra, já que podes
de teu seio atirá-lo aos céus; assim o lanças
tremendo uivando em teus borrifos escarninhos
rumo a seus deuses - nos quais firma as esperanças
de achar um portou angra próxima, talvez -
e o devolves á terra: - jaza aí, de vez.
Os armamentos que fulminam as muralhas
das cidades de pedra - e tremem as nações
ante eles, como os reis em suas capitais - ,
os leviatãs de roble, cujas proporções
levam o seu criador de barro a se apontar
como Senhor do Oceano e árbitro das batalhas,
fundem-se todos nessas ondas tão fatais
para a orgulhosa Armada ou para Trafalgar.
Tuas bordas são reinos, mas o tempo os traga:
Grécia, Roma, Catargo, Assíria, onde é que estão?
Quando outrora eram livres tu as devastavas,
e tiranos copiaram-te, a partir de então;
manda o estrangeiro em praias rudes ou escravas;
reinos secaram-se em desertos, nesse espaço,
mas tu não mudas, salvo no florear da vaga;
em tua fronte azul o tempo não põe traço;
como és agora, viu-te a aurora da criação.
Tu, espelho glorioso, onde no temporal
reflete sua imagem Deus onipotente;
calmo ou convulso, quando há brisa ou vendaval,
quer a gelar o polo, quer em cima ardente
a ondear sombrio, - tu és sublime e sem final,
cópia da eternidade, trono do Invisível;
os monstros dos abismos nascem do teu lodo;
insondável, sozinho avanças, és terrível.
Amei-te, Oceano! Em meus folguedos juvenis
ir levado em teu peito, como tua espuma,
era um prazer; desde meus tempos infantis
divertir-me com as ondas dava-me alegria;
quando, porém, ao refrescar-se o mar, alguma
de tuas vagas de causar pavor se erguia,
sendo eu teu filho esse pavor me seduzia
e era agradável: nessas ondas eu confiava
e, como agora, a tua juba eu alisava.
ADEUS
Adeus! e para sempre embora,
Que seja para nunca mais:
Sei teu rancor - mas contra ti
Não me rebelarei jamais.
Visses nu meu peito, onde a fronte
Tu descansavas mansamente
E te tomava um calmo sono
Que perderás completamente:
Que cada fundo pensamento
No coração pudesses ver!
Que estava mal deixá-lo assim
Por fim virias a saber.
Louve-te o mundo por teu ato,
Sorria ele ante a ação feia:
Esse louvor deve ofender-te,
Pois funda-se na dor alheia.
Desfigurassem-me defeitos:
Mão não havia menos dura
Que a de quem antes me abraçava
Que me ferisse assim sem cura?
Não te iludas contudo: o amor
Pode afundar-se devagar;
Porém não pode corações
Um golpe súbito apartar.
O teu retém a sua vida,
E o meu, também, bata sangrando;
E a eterna idéia que me aflige
É que nos vermos não tem quando.
Digo palavras de tristeza
Maior que os mortos lastimar;
Hão de as manhãs, pois viveremos,
De um leito viúvo despertar.
E ao achares consolo, quando
A nossa filha balbuciar,
Ensiná-la-ás a dizer "Pai",
Se o meu desvelo vai faltar?
Quando as mãozinhas te apertarem
E ela teu lábio -houver beijado,
Pensa em mim, que te bendirei
Teu amor ter-me-ia abençoado.
Se parecerem os seus traços
Com os de quem podes não mais ver,
Teu coração pulsará suave,
E fiel a mim há de tremer.
Talvez conheças minhas faltas,
Minha loucura ninguém sabe;
Minha esperança, aonde tu vás,
Murcha, mas vai, que ela em ti cabe.
Abalou-se o que sinto; o orgulho,
Que o mundo não pôde curvar,
Curvou-se a ti: se a abandonaste,
Minha alma vejo-a a me deixar.
Tudo acabou - é vão falar -,
Mais vão ainda o que eu disser;
Mas forçam rumo os pensamentos
Que não podemos empecer.
Adeus! assim de ti afastado,
Cada laço estreito a perder,
O coração só e murcho e seco,
Mais que isto mal posso morrer.
NEURASTENIA
Sinto hoje a alma cheia de tristeza!
Um sino dobra em mim, Ave Marias!
Lá fora, a chuva, brancas mãos esguias,
Faz na vidraça rendas de Veneza...
O vento desgrenhado, chora e reza
Por alma dos que estão em agonias!
E flocos de neve, ave brancas, frias,
Batem as asas pela Natureza...
Chuva... tenho tristeza! Mas por quê?!
Vento... tenho saudades! Mas de quê?!
Ó neve que destino triste o nosso!
Ó chuva! Ó vento! Ó neve! Que tortura!
Gritem ao mundo inteiro esta amargura,
Digam isto que sinto que eu não posso!!...
SEM REMÉDIO
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor,
À minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!
Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!...
IMPOSSÍVEL
Disseram-me hoje, assim, ao ver-me triste:
"Parece Sexta-Feira de Paixão.
Sempre a cismar, cismar, d’olhos no chão,
Sempre a pensar na dor que não existe...
O que é que tem?! Tão nova e sempre triste!
Faça por ‘star contente! Pois então?!..."
Quando se sofre o que se diz é vão...
Meu coração, tudo, calado ouviste...
Os meus males ninguém mos advinha...
A minha Dor não fala, anda sozinha...
Disseste ela o que sente! Ai quem me dera!...
Os males d’Anto toda a gente os sabe!
Os meus... ninguém... A minha Dor não cabe
Nos cem milhões de versos que eu fizera!...
INCONSTÂNCIA
Procurei o amor, que me mentiu.
Pedi à Vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!
Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a boca que queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava
Igual a tanto sol que me fugiu!
Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...
E este amor que assim me vai fugindo
É igual a outro amor que vai surgindo,
Que há de partir também... nem eu sei quando...
SAUDADES
Saudades! Sim... talvez... e por que não?...
Se o nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?... Ah, como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão!
Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar,
Mais doidamente me lembrar de ti!
E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!
RUÍNAS
Se é sempre outono o rir das primaveras,
Castelos, um a um, deixa-os cair...
Que a vida é um constante derruir
De palácios do Reino de Quimeras!
E deixa sobre as ruínas crescer heras,
Deixa-as beijar as pedras e florir!
Que a vida é um contínuo destruir
De palácios do Reino de Quimeras!
Deixa tombar meus rútilos castelos!
Tenho ainda mais sonhos para erguê-los
Mais alto do que as águias pelo ar!
Sonhos que tombam! Derrocada louca!
São como os beijos duma linda boca!
Sonhos!... Deixa-os tombar... deixa-os tombar...
EU...
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa atenue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber por quê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
TORTURA
Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida Verdade, o Sentimento!
- E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!...
Sonhar um verso d’alto pensamento,
E puro como um ritmo d’oração!
- E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento!...
São assim ocos, rudes, os meus versos:
Rimas perdidas, vendavais dispersos,
Com que eu iludo os outros, com que minto!
Quem me dera encontrar o verso puro,
O verso altivo e forte, estranho e duro,
Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!
LÁGRIMAS OCULTAS
Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era qu’rida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
E a minha triste boca dolorida
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
A MINHA DOR
A minha Dor é um convento ideal
Cheio de claustros, sombras, arcarias,
Aonde a pedra em convulsões sombrias
Tem linhas dum requinte escultural.
Os sinos têm dobres d’agonias
Ao gemer, comovidos, o seu mal...
E todos têm sons de funeral
Ao bater horas, no correr dos dias...
A minha Dor é um convento. Há lírios
Dum roxo macerado de martírios,
Tão belos como nunca os viu alguém!
Nesse triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro!
E ninguém ouve... ninguém vê... ninguém...
para os góticos(os verdadeiros), depressivos, apaixonados e tds os seres q adimiram poeisa:
Florbela Espanca

(1894-1930)
Poeta portuguesa, autora de sonetos de acentuada sensibilidade artística.
Em seu estilo se observam reminiscências dos esteticistas e parnasianos. A intensidade erótica que transmitem seus poemas oscila entre o extremo egocentrismo, o sublime sacrifício e os momentos de bem-aventurança plena, na qual a fusão total com o objeto amado a aproxima de Deus. De uma lírica emocional e ardente, saltam ante o leitor todos os estados amorosos, desde a ternura sincera à exaltação sensual, à tristeza dos momentos de lucidez, à decepção, ao desencanto e ao agudo sofrimento. As inflexões contrastantes de sua poesia não são construções literárias e formais; originam-se na própria vivência do arrebatador e do adverso, do narcisismo e da anulação.
A consciência clamorosa da solidão no amor, os excessos de insatisfação traduzidos na ânsia de infinito, de absoluto, que ficam mais dramáticos pela comprovação do caráter transitório da existência, a profunda depressão causada pela morte do irmão e o malogro de três casamentos a conduzem à desesperada opção do suicídio, no dia em que faria 36 anos.
Alma Perdida
Toda essa noite o rouxinol chorou
Gemeu, chorou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma de gente
Tu és, talvez, alguém que se finou!
.
Tu és talvez um sonho que passou
Que se fundou na dor, suavemente...
Talvez seja a alma, a alma doente
D'alguém que quis amar e nunca amou!
.
Toda a noite choraste...e eu chorei...
Talvez porque ao ouvir-te, adivinhei
Que ninguém é mais triste que nós
.
Contaste tanta coisa a noite calma
Que eu pensei que tu eras minh'alma
Que choraste perdida em sua voz.
EU
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem sorte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte !
Alma de luto sempre incompreendida !...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber por quê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou !
FUMO
Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
SONHO MORTO
Nosso sonho morreu. Devagarinho,
Rezemos uma prece doce e triste
Por alma desse sonho! Vá... baixinho...
Por esse sonho, amor, que não existe!
Vamos encher-lhe o seu caixão dolente,
De roxas violetas; triste cor!
Triste como ele, nascido ao sol poente,
O nosso sonho... ai!... reza baixo... amor...
Foste tu que o mataste! E foi sorrindo,
Foi sorrindo e cantando alegremente,
Que tu mataste o nosso sonho lindo!
Nosso sonho morreu... Reza mansinho...
Ai, talvez que rezando, docemente,
O nosso sonho acorde... mais baixinho...
AS QUADRAS DELE
Há sonhos que ao enterrar-se,
Levam dentro do caixão
Bocados da nossa alma,
Pedaços do coração!
SONHOS...
Sonhei que era a tua amante querida,
A tua amante feliz e invejada;
Sonhei que tinha uma casita branca
À beira dum regato edificada...
Tu vinhas ver-me, misteriosamente,
A horas mortas quando a terra é monge
Que reza. Eu sentia, doidamente,
Bater o coração quando de longe
Te ouvia os passos. E anelante,
Estava nos teus braços num instante,
Fitando com amor os olhos teus!
E, vê tu, meu encanto, a doce mágoa:
Acordei com os olhos rasos d´água,
Ouvindo a tua voz num longo adeus!
VISÕES DA FEBRE
Doente. Sinto-me com febre e com delírio
Enche-se o quarto de fantasmas. ‘Ma visão
Desenha-se ante mim tão branca como um lírio
Debruça-se de leve... Estranha aparição!
É uma mulher de sonho e de suavidade
Como a doce magnólia florindo ao sol poente
E disse-me baixinho: “Eu chamo-me Saudade
E venho pra levar-te o coração doente!
Não sofrerás mais; serás fria como o gelo;
Neste mundo de infâmia o que é que importa sê-lo
Nunca tu chorarás por tudo mais que vejas!”
E abriu-me o meu seio; tirou-me o coração,
Despedaçado já sem ‘ma palpitação,
Beijou-me e disse “adeus!” E eu: “bendita sejas!”
SOL POSTO
Sol posto. O sino ao longe dá Trindades.
Nas ravinas do monte andam cantando
As cigarras dolentes... E saudades
Nos atalhos parecem dormitando...
É esta a hora em que a suave imagem
Do bem que já dói nosso nos tortura
O coração no peito, em que a paisagem
Nos faz chorar de dor e d’amargura...
É a hora também em que cantando
As andorinhas vão p’lo meio das ruas
Para os ninhos, contentes, chilreando...
Quem me dera também, amor, que fosse
Esta a hora de todas a mais doce
Em que eu unisse as minhas mãos às tuas!...
VULCÕES
Tudo é frio e gelado. O gume dum punhal
Não tem a lividez sinistra da montanha
Quando a noite a inunda dum manto sem igual
De neve branca e fria onde o luar se banha.
No entanto que fogo, que lavas, a montanha
Oculta no seu seio de lividez fatal
Tudo é quente lá dentro... e que paixão tamanha
A fria neve envolve em seu vestido ideal!
No gelo da indiferença ocultam-se as paixões
Como no gelo frio do cume da montanha
Se oculta a lava quente do seio dos vulcões...
Assim quando eu te falo alegre, friamente,
Sem um tremor de voz, mal sabes tu que estranha
Paixão palpita e ruge em mim doida e fremente!
poxa qnt tempo eu naum escrevo aki, neh!
tipow é pq minha vida é tao movimentada neh!hehehehehehe, tipow mais agora tenhu umas novidads pra contar:
EU TO NAMORANDU!!!! LÉO T AMO!!!!!!
tipo conhecia minha miga: camila t adolu, tipo adorei t conhecer, tipo tirandu o fatu d ficarmos desesperados perdidos no ibirapuera, rs
minha banda tah indu pra frente! msm sem nome ainda,rs, mais tipow meu DAPHNEEEEEE vc canta mto moça. sériu msm, tipo vc é mto linda(d olhu azul entaum) ahhahahahaha t adolu moça!
eu to tentandu aprender a toka baixo, hahahahahaha,meu tipo meu dedo tah duendu mtooooooo, rs
ou tipo antes q eu eskeça dexa eu manda uns bjus:
-léo ti amow
-daphne, camila adoro vcs
-camila(net), rodrigo(net), aninha(net),CLÉ(MEU C ANDA MTO SUMIDO CARA!) adoro vcs
-agnes, marcinha, isis, adolu vcs tb
meu tipo um recadinhu básico pru meu irmaozinhu:
paulo acorda meuuuuuu, tipo onde c pensa q vai baladeiro assim! hahahahahahahaha, tipo manera meu!
ANINHAAAAAAAAAAAAA
parabenssssss pelo seu niver, tipow é amanha mais tudo bem, rs, t adolu e t desejo tudo d bom, e tipo espera q um dia td c resolve!
mandinhaaaaa, meu qnd eu vou t ver dinovu, meu tipow mow sumida vc tb hein?!
bjussssss pra tds du PNT e do ESP, tipow adolu vcs.
bom por enquantu é só, BRIGADU PELOS COMENTARIUS Q TAO CHUVENDU AKI, TAH!, TD BEM EU SEI Q VCS SAO PESSOAS OCUPADAS Q NAUM TEM TEMPO PRA MIM, hahahahahahahahahahahahahahaha

DISPOSABLE TEENS - ADOLESCENTES DESCARTÁVEIS
sou um arco-íris negro
sou um símio de deus
tenho a cara deformada pela violência
sou um adolescente deformado
sobrevivi ao aborto
um rebelde da cintura pra baixo
tenho de agradecer a você, mãe
tenho de agradecer a você, pai
por me trazer a esse mundo maldito
a um amargo fim
nunca realmente odiei o único deus verdadeiro
mas o deus das pessoas odiei
você disse que queria evolução
o símio foi um imenso sucesso
você disse que queria evolução
eu digo que você está cheio de besteiras
somos adolescentes descartáveis
somos descartáveis
somos adolescentes descartáveis
somos descartáveis
somos adolescentes descartáveis
somos descartáveis
por mais que você nos tema
o mais importante é que conseguimos
por mais que você nos tema
o mais importante é que conseguimos
não fique surpreso, não fique surpreso
não fique surpreso quando destruirmos tudo isso
THE LAST DAY ON EARTH - O ÚLTIMO DIA NA TERRA
ontem foi há um milhão de anos
em todas minhas vidas passadas fui um cretino
agora eu te achei, é quse tarde de mais
esta terra parece inconsciente
estamos tremendo em nossas muletas
altos e mortos nossa pele é vidro
estou tão vazio aqui sem você
quebro e separo minhas mãos de xerox
sei que é o último dia na Terra
ficaremos juntos enquanto o planeta morre
sei que é o último dia na Terra
jamais diremos adeus
os cachorros se sacrificam um ao outro suavemente
o amor queima suas vítimas
somos módulos provedores danificados
derramamos as sementes aos pés de nossas crianças
estou tão vazio qui sem você
sei que me querem morto
sei que é o último dia na Terra
ficaremos juntos enquanto o planeta morre
sei que é o último dia na Terra
jamais diremos adeus
THE POINT - A RAZÃO
amor, sangue, guerra.
desejo, controle.
está te matando por todos
apenas rola por aí até eu ir
eu te amo e isso dói
por tudo que valha a pena
e nenhum tempo vai desaparecer,
os rumores e as mentiras
e ninguem vai se lembrar
mesmo se você disser adeus
qual a razão em morrer,
quando o mundo pensa q você já está morto?
qual a razão em chorar.
quando a chuva bate forte na sua cabeça?
ganância, ódio, luxúria.
divisão, repugnância, desconfiança.
felicidade vem numa pílula,
de uma história barata e escapista
você vai me amar até eu morrer,
ou pelo menos vou tentar
as palavras póstumas nada valem
os problemas continuam
não penso sobre a história
e a bobagem q você perdeu
qual a razão em morrer,
quando o mundo pensa q você já está morto?
qual a razão em chorar.
quando a chuva bate forte na sua cabeça?
qual a razão em mentir?
se ninguém acredita no que diz?
qual a razão em morrer,
se de qualquer jeito você já está morto?
se de qualquer jeito você já está morto
se de qualquer jeito você já está morto
espero que vá se lembrar de me
pelo menos pra me confortar
você diz adeus com tanta facilidade
é agora ou nunca
você parace realmente estar com pena
pois a vida se tornou tão bela
a dor do amor insuportável
é agora ou nunca
foi pra sempre
DEAD GOD - DEUS MORTO
reescreva a constituição
vamos justificar a revolução
o fim está aqui
se você é parte de uma instituição
você não é parte da solução
esconda-se no medo
eu sou o presidente
eu sou o imperador
eu sou o rei do mundo
o único deus bom é um deus morto
o único deus para mim
o único deus bom é um deus morto, baby
o único deus que eu realmente preciso
não chegue a sua própria conclusão
submeta-se a grande ilusão
fique de joelhos
não haverá absolvição
na parte final da evolução
o fim está proximo
eu sou o presidente
eu sou o imperador
eu sou o rei do mundo
seu mundo não significa nada para mim
seus salvadores o enganaram e continuam nos seus sonhos
e quando você envolvido em culpa
complete sua profecia
não escape dos meus dentes
matei o rei da falácia
o caos chegou por mim
estou livre
e quando estiver ultimamente
consumido em sua própria ganância
você verá